10/20/2009

Canto contente

12/12/2006

Baby Asno



Faz um ano que o Asno & Ca. foram dados à luz. Long life for Baby Asno!

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10/20/2006

Errata enviada ao Jornal de Letras

Na edicao numero 936 do Jornal de Letras, mais precisamente na página 22, o livro "Pickelporno", da autoria do poeta José Emílio-Nelson e publicado pelas Quasi, é recenseado como um volume que "reúne dois conjuntos de poemas ( A Festa do Asno e Gag Gad) anteriormente publicados em edicao de autor.

Reune sim, mas edicoes publicadas em Dezembro de 2005, na Editora Canto Escuro.

Essa mencao, aliás, nao foi descurada pelas Quasi, tendo o cuidado de anteceder o corpo de poemas com uma nota de rodapé.

Mas a dita nota de rodapé refere as edicoes da Canto Escuro como "restritas de 2005".

Restritas uma ova ! Os exemplares nao circularam entre amigos e afins, nem esgotaram no ano transacto. A distribuicao só se efectivou em 2006 e a apresentacao estendeu-se até 10 de Junho, na Fnac de Santa Catarina, uma das muitas livrarias onde ainda se encontram aos olhos de todos, menos daqueles que nao os querem ver, nem querem que sejam vistos.

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6/18/2006

Orelhas de asno a ferver

Na revista «Actual», do Jornal Expresso, no dia 3 de Junho, o António Guerreiro escreveu sobre «A Festa do Asno» e «Gag Gad», díptico de poesia aqui publicados.

Aqui fica um excerto:Os dejectos, as excreções do corpo, os elementos orgânicos, o que escapa à medida e à regra. podemos ver, nesta desmesura, a manifestação da «hybris» moderna. Esta poesia procede pelo rebaixamento, pela afirmação de um «baixo materialismo.»

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6/09/2006

As palavras da fraude

Afinal a Reis-Sá & Ca. Lda não fez passsar «A Festa do Asno» e «Gag Gad», livros aqui publicados, por edição restrita de 2005, mas sim por uma «edição restrita em 2005» [sic].
Assim sendo, a fraude é ainda mais grave; porque induz o leitor a pensar que a edição estoirou ou circulou num grupo de compinchas no transacto ano.
Eu já o desmenti. E volto, neste post, a desmentir e a tornar público.
Mas o silêncio em torno desta fraude só tem uma explicação: é só mais uma vigarice por parte dos ditos fraudulentos, têm passado impunes e já não merece menção.

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6/01/2006

Operação Resgate

A empresa Reis-Sá & Ca. acabou de concluir a Operação Resgate do PoetEconomista José Emílio-Nelson.
Anexou um inédito a «Festa do Asno» e «Gag Gad», publicados nesta casa, fazendo-os passar por «uma edição restrita de 2005».
Ora a edição não foi restrita, nem se encontra esgotada; pelo contrário, está no mercado comercial e marginal.
Numa palavra: fraude!

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4/21/2006

Cantos Online II

«A Festa do Asno» e «Gag Gad», assim como outros livros do José Emílio-Nelson, já cantam na Wikipédia.

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2/05/2006

O Céu não basta

«Esta poesia é fascinante porque não é arbitrária e derramada (...) é uma poesia precisa, exacta, construída linha a linha e com camadadas de sentido que exigem decididamente uma close reading» escreve o Pedro Mexia no suplemento cultural do Diário de Notícias acerca d`«A Festa do Asno» e de «Gag Gad», do José Emílio-Nelson, entre outras recensões a outros livros de poesia para os quais também «o céu não basta».

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1/26/2006

Asno-em-pé na FNAC Chiado

Ladeados por dois animais nossos amigos, «As Feridas Essenciais» do Fernando Ribeiro e pelo «Jornal do Gato» do Mário Cesariny, está o Asno-em-pé e o seu inseparável companheiro GG.
Aqui há asnos e cantos escuros afins à venda online.

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1/18/2006

É a Festa do Asno, carago!

Os livros do José Emílio-Nelson, «A Festa do asno» e «Gag Gad», já estão à venda na Invicta; nas livrarias portuenses listadas à direita.

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12/16/2005

Temos mais festa!



A segunda - e complementar - etapa da festa decorre amanhã 17/12, às 22h, no Bar Pinguim, no Porto. Eu e o José Emílio-Nelson dirigimos a cerimónia. E como esperamos que acorram asnos aos magotes, não esqueceremos o chicote !

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12/11/2005

Texto lido por mim no Símbolo Alquimia

Festim Bestial

Em cima, no letreiro, estava escrito «A Festa do Asno seguida de Gag Gad». De dentro espreitava um pénis, endemoninhado e escalavrado, que se estendia ao comprido como uma passadeira vermelha.

De todos os lados, como numa romaria religiosa, chegavam seres emproados por participarem em tão nobre e solene evento.

E, ainda emproados, entravam.

Reunidos os convivas, o Asno despojou-os das coroas e das cristas. E distribui-lhes um par de orelhas de burro. Depois, oh depois, a piça do Asno ficou possessa e lá vai disto: de açoite e de canzana, de bastonada e de sodomia, no menino e na menina. Respectivamente? Respectivamente o tanas! Indiscriminadamente, isso sim. (Vulgo português: pau para toda a obra.)

Nisto as orelhas de burro dos convivas cresceram e subiram à altura da testa. E transformaram-se em cornos.

Até que dum só coice, o Asno, com o à-vontade e a desenvoltura de quem não é gago, expulsou os convivas festa fora.

Era ver os que chegaram em duas patas saírem em quatro; e os que em quatro patas haviam chegado abandonarem o evento com o dorso e o queixo rente à lama e à merda, a rastejar.

Enquanto o mestre de cerimónias, o nosso Asno, gritava a plenos pulmões:
- Putas, adeus ! Poetas, adeus ! Putas disfarçadas de Poetas, adeus ! Não levam o meu voto !

Vitor Vicente

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12/10/2005

Todos os caminhos vão dar ao Alquimia!



Temos lançamento. «A Festa do Asno» e «Gag Gad». Apresentadas pelo poeta José Emílio-Nelson e pelo editor Vitor Vicente. Mais logo, às 22 horas. No bar Símbolo Alquimia. No Largo Ruben A. Perto do Jardim do João César Monteiro e da pensão Luiz Pacheco.

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12/08/2005

É desta que temos festa!

11/12/2005

«A Festa do Asno», José Emílio-Nelson

Aos Do Café

Eu distribuo o convite
Pelo outro com quem falo (solitário)
E com isso vocês gozam.

Verdade, verdadinha, só às vezes,
Mas DUQUE FALO nunca falta,
Bobo de guizos grisalhos.

E se eu não vos apareço
Digo-vos com todo o apreço:
Ele, sozinho, faz tudo,
Morra eu descansadinho.
Mais do que as calças manchar.
Penso para os botões, tu P.,
Irás depois cagar, tu A., irás fungar
Com a garganta entupida.
E não me estou a gabar.
Ele, sozinho faz tudo,
Diz-me o falo, DUQUE FALO.

José Emílio-Nelson in A Festa do Asno

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11/07/2005

«A Festa do Asno», José Emílio-Nelson

Cão cansão
A escavar no canteiro, Cordero.
Nem perdido nem achado.
Somente por higiene, o ejaculador do bando.
Que não há pensões para canídeos.
E não há sacristão a entesourar sem cão a adubar.
(Daí, sem dúvida, a tal vocação uivante.
Jaculatória que se lhe reconhece.)

José Emílio-Nelson in A Festa do Asno

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11/05/2005

Publicações Canto Escuro



E como um asno nunca vem só...



À venda numa livraria perto de ti, após o verão do São Martinho! Até lá, postarei alguns poemas destes livros.

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