3/29/2009
11/24/2008
Cantos ao vivo (Porto)

A. da Silva O., Rui Carlos Souto e Vitor Vicente, no Gato mais Vadio à face da Invicta
">A. da Silva O. e Rui Carlos Souto, a puxar pela cabeça e pela língua

ainda o Souto e o VV, ainda no Gato e sempre no Vadio

a minha mão a assinar uma História com Pénis e Cabeça ao autor destas fotos e amigo Diogo Silva
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11/23/2008
Já lá cantam III
Etiquetas: Ana Salomé, Catálogo do Canto, Grafipoesis, Odes, Rui Carlos Souto
11/20/2008
Canto em cheio

Sexta-feira, 21 de Novembro, às 21:30, na livraria Gato Vadio, no Porto, lançamento de GrafiPoesis, do Rui Carlos Souto, História com Pénis e Cabeça, do Vitor Vicente, chancela das Edições Mortas e do novo número, sobre o silêncio, da revista Big Ode.
Sábado, 22 de Novembro, às 17:30, também na livraria Gato Vadio, no Porto lançamento de Odes, da Ana Salomé, acompanhado de apresentador, dizedoras de poesia e surpresas em formato de fotografia.
Domingo, 23 de Novembro, às 17h, em plena praia da Nazaré, apresentação de Tudo, do Luís Paulo Meireles.

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11/17/2008
Já lá cantam II
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11/14/2008
Já lá cantam I
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11/12/2008
Grafipoesis, Rui Carlos Souto III

O homem tem duas caras e não deixa ver nenhuma
É possível mesmo que se defenda a tiros de pistola
A sua duplicidade é feminina
Reside em querer parecer aquilo que não é
De forma que tudo nele é imprevisto
O que faz com que as pessoas se deixem envolver
Neste universo de sentidos à flor da pele
O mais normal é que todos se deixem ir nesta preguiça
O que é sem dúvida perigoso
Já que o manequim tem duas caras
Para poder realizar o que planeia
Há qualquer coisa de explícito neste espelho de violência
Nesta forma de agir
Que não é de confiança
O melhor é não esperar nada de bom
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10/29/2008
Grafipoesis, Rui Carlos Souto II

Há uma chave para tudo que permite estar em qualquer lugar
Neste mundo de utopias ou de coisas que se ocultam
As palavras são isso mesmo chaves que dão para entrar no
Mundo das pessoas
Dentro há mais portas e janelas do que se imagina
A chave tem que ser uma chave mestra
Para servir em todas as portas e janelas
Não fossem as pessoas cofres-fortes
Agora cá de fora vê-se o labirinto que cada um constrói à volta
Para acabar por se perder quando quer chegar ao centro das pessoas
A chave mais importante é a que se tem livremente na cabeça
Que pode ser uma estratégia um esquema ou mesmo outra
Coisa qualquer
O que permite sair do labirinto que cada um constrói cá para fora
É a liberdade chave fundamental para se poder andar por aqui
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10/24/2008
Grafipoesis, Rui Carlos Souto I
Como se fossem alicerces do sistema
De uma casa em ruínas
De um negócio escuro
De uma morte qualquer
Há nas suas cabeças uma medida para tudo
Realizando os intentos imperialistas
De uma América em ruptura
Qualquer coisa que já foi mas que ainda perdura
No inconsciente colectivo
Como se tudo estivesse à mão e fosse só pegar na vida
Fazendo dela qualquer coisa
O domínio de fazer tudo sem olhar a meios
Numa atitude prepotente a duplicidade de viver perto
Da morte
Uma espécie de corrente eléctrica
A morte que vive perto entre o nariz e os olhos
Um animal insatisfeito com o que vê e com o que sente
Não há nada a fazer a não ser afastá-la para longe
Aqui onde as coisas se resolvem entre a morte
Que espera sempre
E o desígnio de construir um mundo melhor
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10/22/2008
Novos Cantos da Casa I

Esta é a capa de "Grafipoesis", do Rui Carlos Souto. A exemplo de "A Poesia dos Pequenos Insectos", outro canto da casa do mesmo autor, também este neo-canto é um conjunto conceptual de poesias. Contem nos próximos posts com alguns poemas e respectivos grafitis.
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8/06/2007
A praga continua I

Há cerca dum ano, a praga foi lançada. Passado um ano, contra insecticidas e outros venenos da paz, a praga contínua. Parabéns Insectos !
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9/26/2006
A praga continua
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8/11/2006
Insectos are in the air III
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8/09/2006
Insectos are in the air II
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8/07/2006
Insectos are in the air!

Tenho notícias. Desta vez não do Nordeste, mas de Lisboa e do Barreiro.
Esta manhã, soltou-se uma praga de insectos pela capital e pela outra banda. A responsabilidade pelos zumbidos ouvidos foi atribuída ao Poeta Rui Carlos Souto e à editora Canto Escuro.
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8/03/2006
A Poesia dos Pequenos Insectos, Rui Carlos Souto

A MOSCA TSÉ-TSÉ
A mosca tsé-tsé parece o violino
De uma orquestra tocando
A mosca tsé-tsé sugere
A sombra
Sonâmbula de uma África
Perdida e atrasada
Sobretudo uma mosca que
Se infiltra com a água
Ou um raio de electricidade
Em curto-circuito
O seu som vibra nos vidros
Como o de um barco a motor
Transforma o gelo da conversa
Numa espécie de zumbido
Ou no murmúrio das paredes com
Grafitis
A mosca tsé-tsé tem o fundo
Budista de uma China perdida
No tempo e na civilização
Sugerindo a réplica de um quadro
De Magrite
Mas mais que isso é o
Inconformismo de uma estética
E um grito de independência…
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7/31/2006
A Poesia dos Pequenos Insectos, Rui Carlos Souto

O GORGULHO
Numa espécie de afogamento
Ocasional
O apocalipse como a melhor
Ilusão
O gorgulho é um chagrin que
Serve para proteger
Um bicho assim angular
Tem luz
E esconde-se nas pálpebras
Com receio que o descubram
Ás vezes parece ser um acidente
De percurso
Num gorgulho com a seiva
Das plantas que não pode
Ser esquecido
Desloca-se do seu habitat
Nas placas tectónicas
Por isso se precipita em
Possíveis catástrofes
Um insecto assim não pode
Ser dominado
Por isso usufrui de toda a
Liberdade possível…
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7/28/2006
A Poesia dos Pequenos Insectos, Rui Carlos Souto

O PIOLHO
O piolho é um insecto
Sociável
E usufrui da luz do dia
Como se fosse um bem
Adquirido
O piolho é um pequeno insecto
E a sua menoridade torna-o
Sobre todos os aspectos um
Insecto secundário
Tem uma forma angular que
Passa despercebida
É um insecto que se solda aos
Beirais das janelas para observar
O trânsito caótico
O seu poder de observação
Caracteriza a sua visão do mundo
E faz dele uma espécie de detective
Quando se solta nas roupas sujas
O insecto repousa, revelando uma
Espécie de mais valia
Por vezes revela uma brilhantina
Que faz reflexos no chão
E chama a atenção porque parece
Um marialva
No fundo idêntico à asa da
Chávena de chá,
Que parte quando menos se espera…
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